Ensaio sobre o Universo nas loucuras de uma mente pensante na chapada madruga de quinta: Um dia para se pensar
Tal de Universo, tão prepotente com sua imensidão inatingível, e pensar que nasceu de um ovo cósmico ou sei lá que porcaria de termo os astrônomos usam, mas seria algo comparável a um átomo, se não um átomo, que explodiu, BANG, um bang bem grande. Não acho difícil pensar na teoria da origem universal, acho difícil imaginar o que teria em volta daquele átomo insignificantemente pequeno perto do que é hoje, seria um grande nada? E o que é um grande nada, é tipo, o que o cego vê? Bom… essa porra, digo, átomo, cresceu, não como o Shaquille O`neil cresceu, bem mais que isso, tanto que nenhum ser humano, esse bicho mais propotente que próprio universo, que se acha capaz, hahaha (deixe-me rir) de postular leis, decodificar e enfim, desvendar esse infinito, não chegou a conclusões satisfatórias que cessem o coito astronômico e profissionais da área gozem de orgasmos múltiplos por horas a fio.
Esse preto azulado com pontos amarelo-brilhantes cheio de peripérsias guarda em quebra-cabeças as respostas desse misterioso preto azulado com pontos amarelo-brilhantes; ninguém sabe mais sobre você do que, bom, você. O complexo e intrigante, fascínio gigante cheio de muito mais do que isso que se pode ver através de um telescópio, ou do olho, ou da mente, não será desbravado por mentes fúteis, a terra já estará em auto destruição e esse universo ficará nas mão daqueles que souberem conviver em harmonia e paz da sociedade para com a natureza.
Estamos todos fadados ao esquecimentos, zeros feitos de pó retornando ao prostíbulo de minhocas sedentas por putrefação, apenas um algo menos que um simples ponto de grafita no papel sulfite, os nunca conhecedores das respostas da vida, essas que dão risadas silenciosas nas nossas faces de acrílicos celulares, carapaça encefálica desprovida de neurônios humanitários e pensantes.
Você nunca vai saber. Lide com isso.